A estratégia do Oceano Azul

A estratégia do Oceano Azul

O conceito que este “best seller” do mundo corporativo traz, parece simples e objetivo. Na realidade realmente é. Porém, a simplicidade desperta a reflexão. Talvez não no contexto de ser o mais diferenciado possível (que é extremamente válido), e sim de explorar criativamente oportunidades que estão bem próximas de nós mesmos.

Segundo Chan Kim e Mauborgne, autores do livro, as empresas podem competir em dois oceanos:

• Oceanos vermelhos: Praticamente todos os setores da economia são envolvidos neste cenário. É o espaço onde a maioria das empresas competem entre si. Neste oceano, as empresas tentam transpor seus concorrentes para conquistar o maior Market share possível, ou demanda existente. Muitas vezes esta competição gera perdas, principalmente no que diz respeito à margem de lucratividade.

• Oceanos Azuis: Refletem espaços macroeconômicos (nichos) que não são explorados. São inventados, criados – inclusive – para agregar maior valor percebido aos consumidores. A concorrência passa a ser irrelevante, pois, a criação de um novo mercado equaciona – pelo menos em curto/médio espaço de tempo – ausência concorrencial.

Comentam ainda que não é a empresa e nem setor, e sim o “movimento estratégico” o grande responsável por uma sustentação empresarial de alto desempenho. A inovação de valor ocorre quando as empresas aliam inovação com utilidade.

A máxima que fica ao findar a leitura é: Por que confrontar se podemos nos reinventar?

Ao invés da luta “sangrenta” no “oceano vermelho”, com base na competição dos moldes já conhecidos, porque não criar estratégias inovadoras para desbravar “oceanos azuis” de navegação sustentável e lucrativa?

#ficaadica

Boa semana e ótimas “reinvenções”…

Jose Carlos

Administrador, gestor de pessoas e de processos comerciais. Especialista em negociação avançada e compostos estratégicos de Marketing. MBA em desenvolvimento humano de gestores.

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