Archive dezembro 2012

Profissionais Exemplares

download (2)O colunista da revista Inc afirma: os melhores empregados ignoram as limitações do trabalho, costumam ser excêntricos e gostam de provar que os outros estão errados

Segundo Jeff Haden, em muitos casos, os melhores funcionários são motivados por algo mais profundo e mais pessoal do que apenas o desejo de fazer um bom trabalho Para ser um bom funcionário é preciso ser confiável, seguro, proativo, diligente, um grande líder e um ótimo discípulo, diz Jeff Haden, colunista da revista Inc. Mas para ser um empregado realmente indispensável, segundo ele, é preciso um pouco mais.

Em seu blog, Haden enumera as características que um empregado exemplar deve ter. O curioso é que poucas das qualidades citadas podem ser desenvolvidas no dia a dia profissional. As principais são relacionadas diretamente à personalidade dos funcionários e às suas experiências pessoais.

Veja a lista abaixo.

1. Eles ignoram as limitações das funções de trabalho

Segundo Haden, quanto menor uma empresa, mais importante é que os funcionários consigam pensar e lidar com os problemas sozinhos. Para isso, eles precisam se adaptar rapidamente a mudanças e fazer o que for preciso – independentemente de sua função ou de seu cargo – para alcançar novos objetivos.

O colunista explica que, quando algo está em risco no trabalho – uma empresa está perdendo um de seus clientes mais importantes, por exemplo – os melhores funcionários sabem que existe um problema e fazem de tudo para tentar resolvê-lo. Mesmo que isso não faça parte de seu trabalho.

2. Eles costumam ser excêntricos

Algumas características peculiares podem vir junto com o pacote “funcionário excelente”, segundo o colunista da Inc. Ele defende que pessoas que não têm medo de serem diferentes expandem naturalmente os próprios limites da sociedade para desafiar o “status quo” e são as que têm as melhores ideias.

Ele destaca ainda que uma personalidade diferente ajuda a tornar o ambiente de trabalho mais descontraído e pode transformar um time sem graça em uma equipe animada e extrovertida.

3. Eles fazem elogios em público e reclamações em particular

Para Haden, um ótimo funcionário deve saber a hora e o momento para elogiar e para fazer uma reclamação a um colega ou a alguém submisso a ele na empresa. Elogios em público são sempre bem-vindos, diz o escritor. Já na hora de criticar, é preciso ter bom senso.

Ele defende que os melhores funcionários aparecem para discutir um assunto polêmico antes ou depois de uma reunião – já que se aquele assunto for levantado durante um encontro em grupo ele pode desencadear uma tempestade na equipe.

4. Eles falam quando os outros se calam

Para exemplificar essa característica, Haden conta o caso de um de seus antigos empregados que uma vez lhe questionou sobre boatos de demissões que rondavam a empresa onde os dois trabalhavam. O colunista diz que perguntou ao funcionário: “Por quê? Você já sabe o que está acontecendo?”, ao que o funcionário respondeu: “Eu sei, mas muitas outras pessoas não sabem e têm medo de perguntar. Eu pensei que talvez fosse melhor elas ouvirem uma resposta diretamente de vocês”.

Haden define, assim, a quarta qualidade dos melhores funcionários: eles se preocupam com o que preocupa os outros e se levantam para fazer perguntas quando os outros hesitam.

5. Eles gostam de provar que os outros estão errados

A auto-motivação de um funcionário, muitas vezes, nasce de um desejo de mostrar às pessoas que elas estão erradas sobre ele. “O garoto sem diploma universitário ou a mulher que ouviu que nunca conseguiria liderar uma equipe possuem uma vontade ardente de mostrar aos outros que são capazes de superar críticas e dificuldades”.

Educação, inteligência, talento e habilidade são características importantes para um bom funcionário. Mas é o foco, a motivação, que o torna um excelente funcionário. Segundo Haden, esses empregados são movidos por algo mais profundo e mais pessoal do que apenas o desejo de fazer um bom trabalho.

Fonte: epocanegocios.globo.com

Monitorando redes sociais….

Retuitar, comentar, compartilhar e observar menções são atividades que devem fazer parte da rotina da empresa. Existem diversas ferramentas online, gratuitas ou pagas, que monitoram e analisam a eficiência do uso das redes sociais. Segundo Paulo Kendzerski, diretor e presidente da agência de comunicação WBI Brasil, o monitoramento das redes sociais deve levar em conta os indicadores de visibilidade, influência, participação e engajamento.

Aplicativos como o SocialMention permitem seguir as menções de diversos temas em redes sociais, blogs, vídeos e sites de notícias, possibilitando analisar a visibilidade da marca e o que é mais comentado pelo público-alvo da empresa.

O TweetDeck é um dos mais populares, tendo sido comprado pelo Twitter no ano passado. Por meio dele, a empresa pode seguir as menções em diferentes contas dessa rede social e também do Facebook. O Addictomatic ou o HootSuite disponibilizam serviço parecido, observando outras fontes, como o Foursquare, LinkedIn e Google+, no caso do segundo.

Todos esses serviços são gratuitos. No entanto, eles costumam ser mais limitados que os serviços pagos. Os gratuitos normalmente analisam apenas as últimas 50 ou 100 menções sobre o assunto, enquanto os pagos guardam o histórico completo e suas análises. “Os pagos oferecem dados como dias e horários em que a marca é mais citada, qual o formato de interação do consumidor, quais as reclamações mais constantes, quais as pessoas que mais interagem com a marca e muito mais”, diz o diretor. Muitas dessas ferramentas possibilitam também o agendamento da publicação de mensagens.

Ferramentas pagas, como o Scup e o Livebuzz, permitem boas análises da influência que a empresa tem na rede, observando o número de compartilhamentos e comentários.

O ideal é que o empresário experimente os diferentes serviços para ver qual apresenta a solução mais adequada à empresa. Muitas das ferramentas pagas oferecem um período de teste sem custos.

 “As redes sociais exigem monitoramento constante e interação imediata quando o consumidor questiona alguma coisa”, opina. “Não adianta ter a ferramenta e não ter alguém para cuidar”.

Por Terra Tecnologia

O radar social como agente de transformação

Conhecer, sentir e acompanhar a dinâmica da mudança é uma necessidade que se impõe sob o aspecto da atualização permanente, sendo assim uma questão de sobrevivência. Mas, o que parece ser mais dramático no processo de mudança que nós vivemos é a sua aceleração.

Desta forma, comece por fazer uma auto avaliação de seus valores : como você gosta de trabalhar e o que você seria obrigado a fazer. Uma auto avaliação é importante para identificar e articular seus valores fundamentais, porque eles agem como sua bússola, particularmente em tempos de incerteza e mudança. “A maioria das pessoas não conseguem articular seus valores essenciais e, portanto, tendem a fazer as mesmas escolhas”.

Precisamos ter um conhecimento profundo de nossos pontos fortes e fracos , além de reconhecer as ameaças e a oportunidades para a nossa carreira. No plano tático precisamos identificar aquilo que gostamos de fazer, aquilo que sabemos fazer bem e aquilo que queremos ser como profissionais. Desta forma poderemos elaborar uma estratégia que leve em consideração a troca de experiências relacionadas ao nosso trabalho atual e futuro bem como o desenvolvimento de habilidades específicas e comportamentos adequados.

A nossa resposta à mudança é, antes de tudo uma questão de consciência, isto é, de lúcido conhecimento do que se passa, sua causa, possíveis consequências e posição a ser tomada. Portanto, a efetividade de nossa resposta às transformações dependerá do desenvolvimento de percepções precisas sobre o que ocorre e da capacidade de compreendermos o processo como um todo e fazermos nossas opções….

Seja você o agente de transformação !

Sucesso sempre ….