Archive novembro 2013

O MUNDO CORPORATIVO ESTÁ “LIGADO” PARA RECEBER A GERAÇÃO Z?

GERAO  z_1Em sua maioria, garotas e garotos nascidos em meados da década de 90 nunca imaginaram o planeta sem internet, redes sociais, smartphones, notebooks, iPhones, iPads, telefone celular, etc.Televisão ligada enquanto se estuda para uma prova e fones nos ouvidos ao redigir um trabalho escolar são cenas comuns entre esses jovens. Por terem crescido com o controle remoto nas mãos carregam o título “zapping”, ou geração Z. Sua maneira de pensar foi influenciada desde o berço pelo mundo complexo e veloz que a tecnologia produziu. Outra característica marcante dessa geração é o desapego das fronteiras geográficas; para eles, a globalização não foi um valor adquirido no meio da vida a um custo elevado, mas um aprendizado presente desde a infância. Como informação não lhes falta, estão um passo à frente dos mais velhos, estes empenhados em adaptar-se aos novos tempos. Já se tornaram um grupo expressivo, prometem outra revolução nas empresas, e devem ser levados a sério pelos dirigentes corporativos.

Caroline Calaça, especialista em coaching corporativo, em entrevista ao “DCI – Diário do Comércio Indústria & Serviços” de São Paulo, explica que “a geração Z apresenta semelhanças com os profissionais da geração Y. Os comportamentos comuns entre as duas gerações são ansiedade, ambição, impulsividade, ousadia  e dinamismo.  Já as principais diferenças são o fato de os integrantes da geração Z terem crescido totalmente integrados com a tecnologia e que seus hábitos não sofreram mudanças como a geração Y.” Com isso, as expectativas são de encontrarem ambientes interativos, rápidos e com todos os recursos disponíveis. A autonomia e a individualidade são fatores essenciais, principalmente o acesso direto com os chefes e gestores.

A Geração Z está em franca ascensão e tem tudo para se tornar a mais ágil, porém volúvel e difícil de ser seduzida. O marketing deve ser mais criativo, atraente e interativo e os empresários têm que escolher estratégias mais arrojadas para garantir um relacionamento duradouro com esses teens. Esses profissionais têm pressa, fazem questionamentos constantes e entendem que não têm obrigação em se manter em uma empresa caso suas expectativas não sejam alcançadas. Tudo isso significa que deverão ocorrer fortes modificações na linguagem interna das empresas. A criação de processos mais dinâmicos e a desburocratização serão indispensáveis para a integração desses novos colaboradores.

Assim, nestes tempos o grande desafio das empresas é preparar seus gestores para lidar com essa nova geração e conseguir mantê-la. Como fazer isso? A resposta é investir e estimular os jovens para que se sintam realizados. Construir ambientes de troca, promovendo uma gestão participativa, valorizar as diferenças e o bom relacionamento entre as gerações, que os vejam como algo positivo e não ameaçador. Outras importantes iniciativas são o hábito do feedback constante, promoção do aprimoramento pessoal e profissional personalizados; só assim, a geração Z usará toda a energia da qual dispõe para oferecer o melhor de si com grandes resultados para o mundo corporativo.

Aos empresários fica a opção de encarar essas mudanças, investindo no desenvolvimento de suas lideranças para que estas possam melhor conduzir os novos desafios.

Por Eloisa Bispo

Co-evolução

Hoje recebi um “puxão de orelha” de um integrante de meu time…

No mês anterior participei de uma imersão na Ohio University  com o foco : “Leading Change in turbulent times”. Este profissional me abordou com o questionamento : Valeu a pena ? Minha resposta não poderia ter sido outra : Indescritível, apaixonante e espetacular.

Em especial, uma aula me chamou bastante atenção. PHD em Marketing , o professor Raj Agnihothri deu uma verdadeira aula de mídia social. Porém, além disso, desenvolveu um tema  que me chamou bastante atenção : Co-evolução ! Ele expôs de forma bem assertiva uma nova plataforma de ação, onde pesquisa e desenvolvimento estão em interação constante com o processo evolutivo. A isto, ele denominou como plataforma colaborativa. Isto é, um produto está em constante evolução e não há estagnação de posicionamento.

Ele citou que inúmeras empresas estão criando interações virtuais com os consumidores de forma com que os principais usuários propõe  alterações modais. Detalhe : 87% das propostas-quando admitidas- logram êxito. Isso, nada mais é que exercitar a escuta ativa no principal canal de qualquer empresa : o usuário final !

Pasmem ! As idéias são envolvidas sem custo, e, os usuários do portal de colaboração se sentem  altamente envolvidos quando são “escutados”. Não cobram absolutamente nada por isso !

Algumas gigantes já descobriram esta brecha mercadologicamente lucrativa e sustentável, como Starbucks (http://mystarbucksidea.force.com/) e cloroxconnects (http://cloroxconnects.com/pages/home)

O Futuro ? como diz Agnihothri : T+1 ( Tempo de resposta + colaboração )

Não tenho dúvidas que é o futuro participando do presente

Sucesso sempre !

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