Archive 2015

Pense fora da caixa !

Com muita veemência venho repetindo a expressão :

Quer alcançar resultados diferentes ? Faça algo diferente.

Bem, não costumo replicar reportagens , mas , essa – em específico – me despertou .

O motivo ? Uma ação totalmente distoante do “core business” de seus idealizadores.

O recado ?

Bem, como não poderia deixar de ser :  PENSE DIFERENTE !

Sucesso Sempre !

Segue a íntegra da matéria :

O plano de Jorge Paulo Lemann e da consultoria Falconi para criar um campeão de tênis

São metas mensais, semanais e até diárias

A cada seis semanas, uma reunião de trabalho acontece na casa de Jorge Paulo Lemann, dono da AB InBev e atualmente o homem mais rico do país, em São Paulo. É o encontro regular dos conselheiros do Instituto Tênis, um centro para treinamento de atletas de alto nível, criado pelo empresário. Eles cumprem um ritual. Antes de começar as conversas, jogam um ou dois sets na quadra de saibro que Lemann mantém no quintal. Não raro, quando chegam ao casarão, por volta das 7h da manhã, ouvem do porteiro: “Podem entrar, o chefe já está batendo bola no paredão. Desde as 6h30”. Lemann, aos 75 anos, pratica o esporte quase diariamente. Foi em uma dessas reuniões, no início de junho, que Cristiano Borrelli, diretor-executivo do Instituto, apresentou ao grupo uma proposta inusitada: contratar uma consultoria de gestão empresarial, a Falconi, para fazer uma reviravolta no centro. O objetivo é atingir uma meta nada modesta: colocar um brasileiro no topo do ranking mundial até 2031.

Para quem não conhece a Falconi, cabe a apresentação: seu fundador, Vicente Falconi, é considerado o mais influente guru da geração que atualmente comanda os principais negócios do país. Entre as cem maiores empresas brasileiras, 77 são ou foram clientes dele. Governos de estados como Rio de Janeiro e São Paulo contaram com seus serviços para realizar “choques de gestão”. Se a Ambev se tornou conhecida pela cultura da meritocracia, deve boa parte disso ao consultor. Falconi foi a primeira pessoa de fora do negócio a se tornar conselheiro do grupo, nos anos 90, quando a companhia ainda era a Brahma. Até hoje, tem assento no conselho da Ambev e presta consultoria para a multinacional, assim como para outras empresas do grupo de Lemann, como a Heinz. O próprio conselho interno da Falconi, se olhado de perto, dá uma ideia do prestígio da grife: Edson Bueno (fundador da Amil), Beto Sicupira e Marcel Telles (sócios de Lemann) e Pedro Moreira Salles (do Unibanco, hoje Itaú). “Talvez seja a única instituição cujo conselho é formado por clientes”, diz Álvaro Guzella, um dos cinco sócios-diretores da Falconi.

Ainda que tenha atuado nos mais variados setores, é a primeira vez que a consultoria vai lidar com raquetes e bolinhas. Em julho, após a proposta ter sido aceita pelos conselheiros, Lucas Pinheiro da Silva Neto, um consultor da Falconi, começou a trabalhar em tempo integral no Instituto Tênis. (Para se ter uma ideia de quão incomum é a tarefa, a última missão de Neto tinha sido ajustar as contas de uma siderúrgica nos Estados Unidos.) No centro de treinamento, ele sequer tem uma sala, ou mesmo uma mesa – sua única arma parece ser o laptop. Tem feito reuniões, nas mesas do café, com cada profissional que estará envolvido no projeto. As conversas individuais, além de servir para explicar o plano, são também uma forma de vencer possíveis resistências. “Sempre que uma consultoria chega, tem gente que torce o nariz”, ele afirma.

A estratégia parece simples – pelo menos no papel. Tudo será baseado em metas e indicadores. Esse é o modus operandi da Falconi. A meta principal (“fabricar” o número 1) será decomposta em metas anuais, mensais, semanais e até diárias, de modo que cada pequeno passo leve ao destino final. Haverá indicadores para medir todas as obrigações dos atletas: físicas, nutricionais, pedagógicas e até técnicas e táticas. “Vamos imaginar que um deles rebateu 50% das bolas de backhand com a pisada correta do pé direito. Na semana que vem, esse índice terá de ser de 70%”, diz Borrelli. “Isso vai levar a metas maiores, como terminar o semestre entre os 200 melhores do mundo”, ele afirma.

Para colocar o plano em prática, o grupo vai lançar mão de uma metodologia usada em todos os projetos da Falconi. Chama-se PDCA. Nos anos 80, o professor Falconi, então consultor do setor de metalurgia e siderurgia, viu-se às voltas com uma dúvida: por que os japoneses tinham uma produtividade tão alta, se as máquinas eram as mesmas e as pessoas aqui também eram capacitadas? Resolveu atravessar o mundo para pesquisar in loco. Foi quando descobriu essa tecnologia de gestão – a sigla quer dizer Plan, Do, Check, Act. Planejar as mudanças, executar o plano, checar os resultados, agir sobre eles para ajustá-los. Sempre norteado por indicadores numéricos. Tudo muito cartesiano. “Nosso lema é: quem não mede, não gerencia”, diz Guzella. Até hoje, o PDCA é a base do trabalho da consultoria. A Falconi afirma que as metas dos clientes são alcançadas em aproximadamente 90% dos projetos.

No caso do Instituto Tênis, eles ainda estão na primeira fase: o planejamento. Para Neto, é a etapa mais importante. “Planejar é aquilo que deveria tomar mais tempo das empresas”, ele diz. Tão logo as metas sejam estabelecidas, os profissionais do Instituto – treinadores, fisiologistas, nutricionistas – passarão a ter a rotina guiada por elas. “Os indicadores serão integrados. Se a meta tática daquela semana for muito puxada, o pessoal da física e da nutrição vai trabalhar de forma a viabilizar isso”, diz Borrelli. Os atletas, como em uma boa meritocracia, também serão cobrados com base nelas. O trabalho todo, eles esperam, vai durar seis meses. Mas a ideia é que as “ferramentas” de gestão da Falconi passem a fazer parte da cultura do Instituto depois disso.

o momento, o tenista de maior destaque do país é Thomas Bellucci, que ocupa a 30ª posição entre os melhores do mundo. O catarinense Gustavo Kuerten, brasileiro que mais brilhou na modalidade, chegou a ficar 43 semanas no topo do ranking. No Instituto Tênis treinam 47 jovens talentos, com idades entre 11 e 18 anos. Alguns já despontam nos rankings internacionais, como Matheus de Almeida, de 14 anos, o 4º melhor da América do Sul na categoria até 14 anos. Entre as meninas, uma das promessas é Thaisa Pedretti, de 16 anos, a 70º no ranking global da categoria até 18 anos. “Eu disputei mais de 20 torneios internacionais neste ano”, ela diz. As viagens são bancadas pelo Instituto. A atleta também ganha uma bolsa em dinheiro e tem acompanhamento pedagógico para estudar online no tempo livre. Mas as regalias não são para qualquer um. Só valem para quem mostrar bom desempenho. Em uma palavra: meritocracia. “Minha meta é terminar o ano bem ranqueada o suficiente para entrar direto na fase de chaves do Australian Open, no início do ano que vem”, diz Thaisa. Ela ainda não sabe, mas logo as metas serão mensais, semanais e diárias.

Quando ouviu a ideia, naquela reunião de junho, Lemann reagiu com comedimento. Disse algo como “bacana, acho uma boa, vamos nessa”. Parece querer esperar para ver. É o estilo do empresário. “Lemann fala pouco, apenas observa e espera que a gente traga os resultados”, afirma Borrelli. Neste caso, é mesmo difícil prever o sucesso do projeto. Os clientes da Falconi normalmente vendem um produto, com o objetivo de obter lucro. Dessa vez, as metas não terão nada a ver com resultado financeiro e o “produto” será uma pessoa – se tudo der certo, um campeão. E uma pessoa, é claro, não é feita só de números e planilhas.

Pode ser, também, que funcione. Em 2010, o treinador Dave Brailsford assumiu o comando da equipe britânica de ciclistas de alto rendimento. O país jamais havia ganho o lendário Tour de France – e Brailsford queria mudar isso. O plano dele lembrava os métodos do professor Falconi. Brailsford definiu pequenos ganhos mensuráveis, que deveriam ser alcançados, um após o outro, em diferentes áreas do treinamento – nutricional, tática, física. O treinador afirmava que, se todas as metas fossem atingidas, o Reino Unido teria um campeão dentro de cinco anos. Estava errado. Três anos depois, Bradley Wiggins tornava-se o primeiro britânico a cruzar a linha do Tour em primeiro lugar. Resta saber se, no caso do tênis, a gestão “estilo Ambev” também será uma boa sacada.

Matéria originalmente na edição de setembro de Época NEGÓCIOS.

A crise da incompetência…

imagesHoje , ao abrir meu e-mail, recebi um “puxão de orelha” de um grande profissional que trabalhei por anos . Isto porque as demandas corporativas nos obrigam a fazer algumas escolhas e colocamos em check a gestão de um dos mais preciosos recursos : o tempo .

O fato é que precisamos gerir este recurso em prol de nossos anseios pessoais, profissionais e sentimentais.

Escrevo muito sobre isso ( O equilíbrio ) , e a maior dádiva do ser humano , consiste  no exercício diário do mesmo.

Depois disso, me senti na obrigação (passional e racional ) de escrever um pouco sobre o momento que passamos.

Muito se fala em crise e retração ! Desespero e inconsistência ! Credibilidade e instabilidade.

Seja qual for o  campo de análise , com propriedade digo-vos : CRIE !

Faça da adversidade o combustível da inovação…. Crie sua forma de prosperar… pense no novo… abandone a zona de conforto… Admita que a fórmula de ontem não garante o sucesso do amanhã… Abuse de idéias… Execute-as !

Os caminhos mais tortuosos são aqueles que nos levam para as mais sublimes paisagens.

E, por fim , citando um dos homens mais inteligentes que o mundo conheceu :

” Não pretendemos que as coisas mudem se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e as empresas, porque ela traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nasce a invenção, o descobrimento e as grandes estratégias.

Quem supera a crise supera a si mesmo sem ficar superado. Quem atribui a ela seus fracassos e suas penúrias violenta seu próprio talento e respeita mais os problemas do que as soluções. A verdadeira crise é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas em soluções fáceis. Sem crise não há desafios. Sem desafios a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise, não há mérito. É nela que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora , que é a tragédia de não querer lutar para superá-la”

Albert Einstein

Como questionar ?

Sucesso sempre.

Respirar, eis a dádiva da felicidade!

be-happy-21-510x382Sim, oito letras apenas podem te ajudar (e muito) a conquistar aquilo que mais procuramos: a felicidade.

E, quando falo de respiração , não falo somente do ato propriamente dito que todos conhecemos. Falo da respiração mental…  Ah! Quão difícil é exercê-la!

Em momentos turbulentos, momentos de dificuldade, momentos de confronto de ideais, momentos em que somos testados na capacidade ímpar de reação, esquecemos aquilo que é mais importante e que nos faz permanecer de pé: esquecemos-nos de respirar!

Quantas (e quantas) vezes:

Falamos sem pensar?

Falamos o que não precisava ser dito?

Falamos em um tom de voz desnecessário?

Falamos o que não queríamos falar?

E, após esta enxurrada de palavras – horas, minutos ou talvez segundos depois – pensamos junto com os nossos botões: Por quê? Por qual motivo? Qual o propósito ? O que ganhei com isso?

Tudo poderia ser evitado com a simples palavra que norteia este pequeno artigo.

Ela não depende de universidades renomadas, técnicas transversais, e, tampouco, de exercícios aritméticos rebuscados . Depende única e exclusivamente do exercício diário… Da vontade de controlar o ímpeto, da ciência plena em saber que uma relação interpessoal não é um jogo.

Não existem competidores. Não tente vencer!

Respire, inspire,reflita, pense… Fale.

Fale com o coração, não fale com a emoção. O primeiro é suave, a segunda é intensa.

E, vão por mim: intensidade nem sempre é o que queremos. Já suavidade… Bem, esta, nunca será demais.

Infelizmente a conquista deste tipo de ideal não vem acompanhado de glórias. Vem acompanhado de dor… A dor do aprendizado.

Que, este aprendizado – vivido por muitos, sofrido por tantos – possa ajudar a quem nunca o degustou, a continuar não degustá-lo. O sabor não é tão doce quanto parece.

Por fim: Respirem!

Sucesso sempre.

A emoção de ser você !

marketing-pessoal1Já escrevi algumas vezes sobre os preços que a vida nos entrega no quotidiano mundo se escolhas –  sejam elas profissionais ou pessoais . Na realidade, não canso de observar as oportunidades maximizadas e as oportunidades perdidas que colegas e amigos compartilham comigo. É justo, sincero e, porque não eclético ,dizer que não existe o certo e tampouco o errado, existe o ser você !

Fiquei um pouco ausente com foco absoluto no projeto profissional em “fazer e acontecer”. Porém, quando menos esperamos, as lições que a vida nos entrega ( de bandeja!) são, literalmente, as mais assertivas. Hoje ela ( a vida ) me entregou mais uma…. Uma simples colocação ao fim de uma importante e construtiva reunião, de uma pessoa da qual me espelho pela sua inteligência , perspicácia e conhecimento. A critica ao modelo mental não foi alusiva a processos sistemáticos, metodologias inovadoras , planos táticos de guerrilha corporativa. A critica sim, foi a essência do ser humano ! Nada mais providencial para o momento…

Se posso dar-lhes um singelo conselho, falo de todo o coração : Seja você ! Faça da razão seu guia, mas não a transforme em metodologia. Não confunda – jamais – sua forma de agir com a forma melhor no agir. Por que ? Simplesmente pelo fato de não existir o  melhor ou o pior … Sua forma genuína de ser , permeia o que você é . Esta forma o levou de encontro ao seu lugar de hoje e certamente o levará a alçar voos maiores e melhores.

Melhorar ? Sim … Mudar ? Também… Contudo, desde que também genuinamente você esteja convencido que é algo intrínseco, que irá não só agregar aos que te rodeiam, mas também à magnitude e ao doce encantamento de sua alma, e, porque não da jornada sublime em criar um legado de vida.

Respire, reflita, faça, aconteça, exerça, altere, ordene, ilumine, realize, transtorne, execute, retorne, cresça, desista, recomece, transborde, alcance, vanglorie, adormeça, acorde, e por fim…. Seja você !

Sucesso sempre.

Coadjuvante ou Protagonista ? Você escolhe……

tumblr_lfbya19HWM1qcbx7oo1_500_largeQuem quer levar o desenvolvimento pessoal a sério precisa acreditar que está no comando da própria vida. Isso não significa, de forma nenhuma, que poderá controlar os acontecimentos à sua volta ; mas sim que terá controle sobre a própria percepção acerca de tais acontecimentos.

Quantos de nós já não tivemos uma impressão estranha acerca de nós mesmos sobre a nossa própria vida? Parece que perdemos as rédeas ou a condução da mesma, e que estamos ao acaso por nossa própria sorte e/ou pela sorte dos outros ou das circunstâncias.

Esta impressão na maioria das vezes apesar de estranha, é correta… Deixamos muito a desejar quando a habilidade de tomar decisões sobre nós mesmos não é adequada, ou mesmo quando continuamente tomamos decisões ruins, e de forma inconsciente, e não conseguimos acertar nossos alvos ou alcançar nossos objetivos.

Uma verdade que você tem de encarar é a que  sua situação atual é de total responsabilidade sua. Foi você mesmo quem conquistou seu próprio êxito ou que cavou seu próprio buraco. E é apenas você quem pode mudar a situação.Infelizmente, são poucos os que realmente assumem essa responsabilidade. Isso acontece porque o papel de vítima é muito mais confortável.

Não caia no erro de confundir atenção com amor. Garanto que sentir-se importante por conta dos seus feitos é muito mais prazeroso do que chamar a atenção por causa dos fracassos em sua vida.

A vida ensina o valor de cada coisa, e com o tempo a gente aprende… Aprende a sentir com suavidade e delicadeza o seu encanto; aprende a não desperdiçar nenhum instante de ternura e abraçar com coragem, tudo aquilo que ela derrama sobre a nossa existência, como um ato de amor e generosidade.

E, por fim :  Se a nossa vida é provisória, que seja linda e louca nossa história, pois o valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem.

Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.

Liberdade é ser dono da própria vida!

 Sucesso sempre….

Os cafés de cada dia ….

business-men-drinking-coffeeRecebi a indicação deste artigo de um grande profissional que conheço… De propriedade do CEO  da Imperative (plataforma tecnológica de multi culturas ) – Aaron Hurst – ele trata dos pilares básicos de construção de relacionamentos e sentimentos .

A satisfação no trabalho é baseada em torno de três fatores principais: os relacionamentos que você forma, o sentimento de realização frente ao impacto das atitudes e o crescimento generalizado .

Independentemente que seja o Primeiro dia , o dia 91, ou que complete 10 anos em uma organização : relacionamentos, impacto e crescimento são as chaves para o sucesso em qualquer posição, em qualquer nível. Desenvolvendo ativamente esses três fatores certamente a satisfação com o bem estar pessoal e profissional será atingido.

Aqui estão algumas idéias de como começar relacionamentos maximizando impacto e crescimento pessoal nos #primeiros90dias de seu trabalho.

Construa relacionamentos

Sua empresa contratou você porque apresentou uma boa qualificação para tal. Eles provavelmente também escolheram você porque o enxergam apto a posição .

Quanto maior sua pró-atividade na construção de relacionamentos no trabalho (de forma iminente e imediata), melhor será para você –  pessoalmente e profissionalmente.

Assim :

  1. Tome bastante café : Faça deste hábito – tomar café com uma pessoa por dia  – todos os dias do seu primeiro mês. Se possível faça a “gentileza” de pagar e exerça o tempo para entender o que seus colegas amam sobre o trabalho e a organização do qual estão inseridos .
  2. Características individuais :  Você provavelmente vai encontrar muitas (novas) pessoas no seu primeiro mês. Quando conhecê-las, anote seu nome e algumas características perceptíveis que se destacam. Isso irá ajudá-lo a construir relacionamentos rapidamente.
  3. Encontre pilares : Faça uma lista das pessoas na organização que você tenha encontrado empatia e que possam te agregar no sentido profissional e pessoal. Pessoas das quais a  energia própria tenha sinergia com sua personalidade.
  4. Comemore! :  Encontre uma maneira de celebrar publicamente os trabalhos e feitos de sua equipe. Não precisa ser no sentido literal da palavra, como fogos de artifício (rs). Pequenos detalhes e gestos, como um comentário em uma reunião ou um e-mail para o time, são cabíveis para tal.

Maximize o Impacto

Todos tem a oportunidade de causar impacto positivo na organização dia-a-dia . Você só precisa saber o “caminho das pedras”

  1. Saiba o porquê : Como você está iniciando em uma nova cultura, o foco deve ser em aprender não apenas o “como”, mas também o “porquê” de cada tarefa ou de cada projeto , além do tempo necessário para compreender o impacto da entrega na equipe e seus clientes. Não comece algo até que você tenha claro o “porquê” de sua necessidade.
  2. Esteja presente : Pergunte a si mesmo “O que posso fazer para minha empresa hoje?” E “O que os meus colegas / gestores / clientes precisam de mim hoje?” No início se faz necessário  oferecer novos insights à frente de uma tarefa ou simplesmente ser solidário com o seu colega de trabalho , pequenos gestos podem causar grandes impactos.
  3. Se doe : Encontre alguém que você possa orientar. Procure entender detalhes pessoais. Saiba mais sobre seus sonhos e aspirações. Mentores não tem que ser executivos ou gerentes, e sim entendedores do ser humano.

Cresça , Cresça , Cresça !

Cada novo trabalho tem uma curva de aprendizado. Alguns dias você pode se sentir sobrecarregado com novas informações, enquanto outros dias você pode sentir que é um profundo conhecedor e mestre de suas atividades. A busca  ativa e constante de  oportunidades de crescimento pessoal vai ajudar a mantê-lo e sentir-se envolvido , além de energizado. Não tenha dúvidas que isso é e será percebido por todos que o rodeiam.

  1. Procure aconselhamento e novos conhecimentos : Das pessoas que relacionar e estabelecer empatia mútua, busque conselhos e acompanhe o processo de “agir” imediatamente. Mostre que você é alguém que vale a pena investir e que as informações e conselhos recebidos são realmente foco de ação.
  2. Crie um contexto visual : Desenvolva em seu espaço de trabalho um visual marcante e que possa despertar nas pessoas curiosidade ou até lembrança. Algo que possa te tornar referência no ambiente de trabalho.
  3. Termine o dia com o pé direito : Exercite o ato de , ao findar de cada dia, partilhar com alguém fora do trabalho suas experiências(por exemplo, cônjuge, irmãos,amigos, etc.). O que te inspirou? O que você desafiou? O que fez você sorrir? O início dessas conversas com este propósito, pode ajudar seus colegas refletirem  sobre o seu próprio crescimento pessoal também.
  4. Lute veementemente contra o piloto automático : Talvez o mais importante ! Exercite a prática de sair do convencional. “Respire”ar puro (de preferência do lado de fora do escritório), pelo menos uma vez por dia , faça coisas inusitadas que possam te auxiliar no processo criativo, critique o modelo mental pré-existente.

E Lembre-se: nunca é cedo demais nem tarde demais para buscar o significado e o engajamento que você precisa. Como diz o clichê, hoje é o primeiro dia do resto de sua carreira. Faça mais a cada dia, faça diferente a cada dia !

Sucesso sempre !

JC

Entre a razão , a emoção e o coração !

imagesQuem se relaciona comigo, seja no ambiente profissional ou no pessoal escuta muito algo que levo para a vida após alguns (vários) acontecimentos impactantes  : “aprendemos pelo AMOR ou pela DOR”. Obviamente na primeira hipótese o aprendizado é prazeroso, porém muito difícil de ser assertivo; consequentemente a segunda hipótese pode causar um trauma maior e, justamente tal situação, leva a uma conscientização inerente a vontade própria do ser humano.

Bem, foram algumas semanas de muitas reflexões, de muitas análises, mas, sobretudo de muitos aprendizados desde meu último post… E, nesta onde de aprendizados, aprendi mais uma grande coisa : escutar o coração !

O aprendizado pelo AMOR e pela DOR ganha um novo companheiro: o aprendizado através do CORAÇÃO !

Alguns podem confundir AMOR e CORAÇÃO. Não confundam, apesar de ser complementares…. Enquanto o amor nos leva a um circulo positivo de relacionamentos (onde as pessoas que te envolvem detém influência positiva na critica do seu modelo mental), o coração é algo intrínseco , e, se me permite o pleonasmo : de você para você mesmo. Uma busca auto consciente íntima de erros e acertos .

Nossas ações cada vez mais são pautadas em razão, sobriedade e peso de causas e consequências que o mundo corporativo nos obriga a cada dia . Longe de qualquer pretensão minha subestimar tal feito, até mesmo porque minha escola de vida e de profissão sempre deteve este viés. Entretanto, a cada dia mais aprendo balancear a frieza da matemática com o ar sublime da emoção.

Muito se fala em ativos empresariais… Talvez o clichê da moda corporativa  atual seja :  “as pessoas são o maior ativo da empresa”.

Correto ? sim…. Porém, tão importante quanto isto seja entender cada pessoa como ela verdadeiramente queira ser entendida. E, meus caros, isto a matemática não lhe concede. Isto depende do doce dom de compreender a alma humana sem pré-conceitos individuais enraizados em uma sociedade que dita padrões arcaicos e questionáveis.

Se posso conceder um conselho para esta nova fase, este novo ano ou nova etapa de vida é: ouça seu coração e ouça o coração das pessoas que te envolvem com a convicção plena que a certeza dela é diferente da sua…

E, neste mundo de certezas individuais , o que é certo ou o que é errado? NADA !!!! Existe sim o segredo da plenitude como gestor ou um como um (bom) colega de trabalho : Expurgar conceitos simétricos que levam ao julgamento critico, coletivo e constante e entender onde o que é “ruim”pode se tornar “bom”.

Já escrevi sobre a teoria da psicologia positiva em outra oportunidade, mas agora o que era teoria passa cada vez mais ser realidade !

Que, neste ano, TODOS possamos nos preocupar muito mais com o COMO (fazemos) e muito menos com o QUE (de identificação dos culpados e problemas).

Sucesso (sempre) neste ano que se inicia, e, que, nele, o coração possa ser o alicerce da razão !

J.C.