Archive 2017

Rompa consigo mesmo !

padrõesHá uma semana iniciei mais um ciclo de vida. Talvez seja “o ciclo de vida”.

Muitas pessoas que convivem comigo sabem de minha paixão e desejo por conhecimento. Busco reciclar conceitos, absorver novos ideais e conviver com filosofias distintas de vida. Me inspiro em conceituadas instituições e tenho muito respeito por docentes que agregam.

Contudo , iniciei um novo ciclo. Uma imersão de vários  dias ininterruptos em meu autoconhecimento para fazer a diferença na vida de outras pessoas. A formação de Professional & Self Coaching era a intenção .

Pois bem, qual foi a realidade ? Um rompimento com padrões conhecidos que me norteavam.

Romper com pré-conceitos ora inabaláveis foi transformador e, por vezes, temerosos. No auge da razão, a emoção tomou conta. Descobrir respostas vindas de meu próprio exercício crítico não foi fácil. O ceticismo por vezes perdura, mas acaba vencido pela convicção do real propósito de vida. Reconhecer o lado sombrio e luminoso e enfrentá-los ao mesmo tempo me fez pensar no “filme que até aqui protagonizei”.

Despertar a consciência e desafiar o modelo mental , foi ( e é ) o principal desafio. A oportunidade de mudança passa a ser relacionada a um conjunto de ações necessárias com o propósito real de “fazer diferente” .

Terceirizar a felicidade ? Jamais ! A programação mental é o início de tudo. O consciente e o inconsciente precisam andar ao lado, de forma complementar e espontânea. Isso sim é pensar sistemicamente !

E, por instinto, você aprende a viver o sentimento suspendendo todo o tipo de julgamento. O “novo” desperta sem uma lógica concreta, mas com um objetivo de fluidez. Sempre existirá um sentido em tudo o que se passa a viver. O legado é o motor de tração para as ações quotidianas.

Permitir que suas próprias  perguntas questionem seu status quo é a maior prova de rompimento com padrões que por muitas vezes te afastam do seu verdadeiro propósito de vida. Aliás, estas perguntas são o combustível da mudança !

Arrisque-se mais !

Questione-se mais !

Fuja do senso comum !

Faça a diferença em sua própria vida.

Vá por mim …. Vale a pena !

Sucesso sempre,

JC

O fator “surpresa” chamado coração

razão-vs-emoçãoA Inteligência Emocional tornou-se fundamental e extremamente valorizada nos dias de hoje, pois a pessoa que possui QE (Quociente Emocional) elevado possui um diferencial competitivo.

Atualmente, existe uma necessidade real de integrar os aspectos afetivos e cognitivos no processo de desenvolvimento do potencial dos indivíduos.

 O controle das emoções é fator essencial para a otimização da inteligência e o alcance do próprio sucesso. Isso significa como a pessoa lida bem com suas emoções e sentimentos – de si mesmo e dos outros – diante de situações de estresse, conflitos, tensões ou pressões diversas. Uma pessoa emocionalmente inteligente sabe como controlar as suas angústias e ansiedades, para liberá-las na hora certa, com a pessoa certa e da maneira mais adequada possível. São pessoas que conseguem se acalmar quando estão nervosas, têm automotivação e uma razoável percepção de si e dos outros.

QE não é oposto de QI. Algumas pessoas são dotadas de ambos, e algumas com muito pouco de cada um deles.

O grande desafio é entender como eles se complementam. O QI– Quociente de Inteligência não muda: ou você tem um fator acima da média, ou você tem  na média ou abaixo da média. Você pode ser muito estimulado, desenvolver competências técnicas, mas seu QI não vai mudar de QI médio para QI elevado. Já o QE, você pode mudar e elevá-lo, ou seja, ser mais equilibrado e desenvolvido emocionalmente.

Daniel Goleman sugere que cerca de 1/3 das competências utilizadas nas empresas pesquisadas são técnicas, e 2/3 são competências emocionais.

No topo da organização (cargos mais estratégicos e gerenciais), a diferença aumenta para 4/5. Em ambas, a  proposta do pesquisador propõe cinco características principais relacionadas à Inteligência Emocional:

– Inteligência Intrapessoal (consigo mesmo): 

1) Autoconhecimento Emocional;

2) Autocontrole Emocional;

3) Automotivação.

– Inteligência Interpessoal (com as demais pessoas):  

4) Reconhecimento de emoções em outras pessoas – Empatia;

5) Habilidade em relacionamentos interpessoais – Sociabilidade

Sabemos na verdade que todos estes quocientes não funcionam de forma interdependente, todos eles com suas mais variadas especificações e atribuições, levam a cada um de nós a agir ora mais, ora menos, com objetividade, emoções e assertividade o que contribui de maneira direta para obtermos o sucesso em nossos empreendimentos.

O fim da empregabilidade e a valorização do trabalho têm exigido níveis cada vez maiores de especialização da parte de empresas e dos funcionários.

No cerne de todas essas mudanças, cresce a necessidade de uma profunda reformulação na maneira de ver a pessoa humana, que constitui o principal agente na estratégia para garantir o sucesso dos profissionais e a sobrevivência da organização em meio aos desafios da nossa época.

Manter-se consciente dos próprios sentimentos, permanecendo atento ao que se está sentindo, auxilia o desenvolvimento da integridade e leva a pessoa a descobrir satisfação no seu trabalho.

Igualmente importante é saber sintonizar com os sentimentos daqueles com quem nos relacionamos no ambiente profissional, procurando aprender a lidar com as divergências antes que elas cresçam.

Observe que pessoas muito influentes numa empresa não só têm consciência dos seus sentimentos como demonstram uma percepção intuitiva do que motiva seus chefes, colegas de trabalho e funcionários.

Seja você o agente de transformação !

Comece hoje, ou melhor, comece ontem !

Sucesso sempre…