O fator “surpresa” chamado coração

O fator “surpresa” chamado coração

razão-vs-emoçãoA Inteligência Emocional tornou-se fundamental e extremamente valorizada nos dias de hoje, pois a pessoa que possui QE (Quociente Emocional) elevado possui um diferencial competitivo.

Atualmente, existe uma necessidade real de integrar os aspectos afetivos e cognitivos no processo de desenvolvimento do potencial dos indivíduos.

 O controle das emoções é fator essencial para a otimização da inteligência e o alcance do próprio sucesso. Isso significa como a pessoa lida bem com suas emoções e sentimentos – de si mesmo e dos outros – diante de situações de estresse, conflitos, tensões ou pressões diversas. Uma pessoa emocionalmente inteligente sabe como controlar as suas angústias e ansiedades, para liberá-las na hora certa, com a pessoa certa e da maneira mais adequada possível. São pessoas que conseguem se acalmar quando estão nervosas, têm automotivação e uma razoável percepção de si e dos outros.

QE não é oposto de QI. Algumas pessoas são dotadas de ambos, e algumas com muito pouco de cada um deles.

O grande desafio é entender como eles se complementam. O QI– Quociente de Inteligência não muda: ou você tem um fator acima da média, ou você tem  na média ou abaixo da média. Você pode ser muito estimulado, desenvolver competências técnicas, mas seu QI não vai mudar de QI médio para QI elevado. Já o QE, você pode mudar e elevá-lo, ou seja, ser mais equilibrado e desenvolvido emocionalmente.

Daniel Goleman sugere que cerca de 1/3 das competências utilizadas nas empresas pesquisadas são técnicas, e 2/3 são competências emocionais.

No topo da organização (cargos mais estratégicos e gerenciais), a diferença aumenta para 4/5. Em ambas, a  proposta do pesquisador propõe cinco características principais relacionadas à Inteligência Emocional:

– Inteligência Intrapessoal (consigo mesmo): 

1) Autoconhecimento Emocional;

2) Autocontrole Emocional;

3) Automotivação.

– Inteligência Interpessoal (com as demais pessoas):  

4) Reconhecimento de emoções em outras pessoas – Empatia;

5) Habilidade em relacionamentos interpessoais – Sociabilidade

Sabemos na verdade que todos estes quocientes não funcionam de forma interdependente, todos eles com suas mais variadas especificações e atribuições, levam a cada um de nós a agir ora mais, ora menos, com objetividade, emoções e assertividade o que contribui de maneira direta para obtermos o sucesso em nossos empreendimentos.

O fim da empregabilidade e a valorização do trabalho têm exigido níveis cada vez maiores de especialização da parte de empresas e dos funcionários.

No cerne de todas essas mudanças, cresce a necessidade de uma profunda reformulação na maneira de ver a pessoa humana, que constitui o principal agente na estratégia para garantir o sucesso dos profissionais e a sobrevivência da organização em meio aos desafios da nossa época.

Manter-se consciente dos próprios sentimentos, permanecendo atento ao que se está sentindo, auxilia o desenvolvimento da integridade e leva a pessoa a descobrir satisfação no seu trabalho.

Igualmente importante é saber sintonizar com os sentimentos daqueles com quem nos relacionamos no ambiente profissional, procurando aprender a lidar com as divergências antes que elas cresçam.

Observe que pessoas muito influentes numa empresa não só têm consciência dos seus sentimentos como demonstram uma percepção intuitiva do que motiva seus chefes, colegas de trabalho e funcionários.

Seja você o agente de transformação !

Comece hoje, ou melhor, comece ontem !

Sucesso sempre…

Jose Carlos

Administrador, gestor de pessoas e de processos comerciais. Especialista em negociação avançada e compostos estratégicos de Marketing. MBA em desenvolvimento humano de gestores.

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