Do “Vale” para o Mundo….

livros-a-menina-do-vale“VALE” a pena…..

Trocadilhos à parte, “a menina do vale” realmente é uma leitura inspiradora!

Confeccionada com um linguajar clean, torna a leitura fácil, compreensão clara e, acima de tudo, entusiástica.

Com apenas 24 anos, Bel navega por assuntos de empreendedorismo com muita propriedade de quem “fez” com amor… De quem “fez” de um sonho uma realidade, abstraindo toda e qualquer adversidade.

“Empreender é algo muito amplo e não significa necessariamente abrir um negócio. Empreendedor é aquele que cria coisas que tocam vidas”, resumiu a menina do Vale. Durante sua temporada no exterior, ela trabalhou em empresas como Microsoft e Google

A base de tudo? Uma palavra simples, um gesto simples, uma atitude simples: Humildade. Humildade em perguntar o que não sabe, em aprender com quem sabe e tentar sabendo que não existe fórmula certa. Algumas obterão êxito, outras não. Estas, inclusive, são as principais lições que a vida pode conceder…

“Idade não é problema quando você tem um sonho e se esforça para realizá-lo….”

Cita ainda a dificuldade em isolar pessoas que tem a “capacidade” de deteriorar seu sonho e a necessidade de expurgar estas pessoas da sua trajetória.

O recado é claro: Siga em em frente com pró-atividade e humildade. Sonho não se terceiriza, sonho se realiza!

Recomendo… E muito!

Link para a versão grátis: http://ameninadovale.com/versaoonline/

Sucesso Sempre!

Reaprendendo o processo de aprender (!)?

images (1)“Os analfabetos do século XXI não serão aqueles que não sabem ler e escrever, mas aqueles que não sabem aprender, desaprender e reaprender.” Alvin Toffler

Muito se fala hoje em dia no “processo apático”  ou “zona de conforto pessoal”.

Particularmente tenho uma opinião formada que tudo isso é ….. a mais pura verdade.

Conheço pessoas, que, mesmo com recursos limitados (pessoais, intelectuais e financeiros), fazem, acontecem e perpetuam !

Conheço outras tantas que, mesmo com acessibilidade, cultura e capacidade, se limitam ao fato de “viver” . Viver em um mundo já habitado ! Viver em uma zona de conforto extrema….

Os maiores exemplos que detive foram das pessoas que menos imaginava…Certamente, um profissional da equipe de segurança da empresa que trabalho me viu com um exemplar de um livro que sou apaixonado : “oportunidades disfarçadas”. De prontidão me perguntou de qual tema abordava! Surpreso, respondi que era de criatividade e inovação. Fiquei assustado quando me pediu emprestado. Mais assustado fiquei quando ele falou que estava terminando o terceiro livro (isto era meados do ano passado),e, pasmem : o exemplar que estava em seu poder era “O PRINCIPE’, obra conceituada de Maquiavel. Obviamente o presenteei com meu exemplar e uma dedicatória que valia todo seu esforço ….

Não fiquei nada assustado quando , no espaço de seis meses (obviamente por sua capacidade e vontade), deixou a empresa da qual trabalhava e investiu em um empreitada pessoal, focando qualidade e atendimento diferenciado.

Não se conforte…. Não se limite…. Não seja “mais um” num mundo cada vez mais competitivo.

A palavra é forte, porém necessária : seja “OPORTUNISTA”. Aproveite as oportunidades que a vida lhe concede… Não desperdice o doce dom do conhecimento. Não seja “mais um” entre muitos, seja “o” entre todos !

Abaixo, segue um link onde com custo R$0,00 você pode iniciar o processo de transformação, ou melhor, de reaprendizado do aprendizado.

Uma das melhores instituições do Brasil, onde, inclusive participei de um MBA com extensão internacional nos EUA.

Simples ? Não….Necessário, fundamental e importante.

http://www5.fgv.br/fgvonline/Cursos/Gratuitos

Sucesso Sempre !

A Amazon quer entregar suas compras de um jeito muito louco

Drone-da-Amazon-no-chão-600x326Num futuro próximo, pode ser que você faça compras pela internet e apareça a opção de entrega por via aérea. Avião? Não exatamente: pode ser também que as encomendas cheguem até a sua casa por meio de drones trafegando pelos céus da cidade. Essa é a mais nova – e louca – proposta da Amazon. Eles anunciaram na noite de domingo uma iniciativa chamada Prime Air que permitirá aplicar o uso dos drones para mais essa atividade do cotidiano humano.

A Amazon diz que 86% de todas as encomendas feitas no site têm menos que 2,2 kg. Esse é o limite no qual os drones com oito hélices (octópteros, no termo técnico) operam sem problemas, e por isso mesmo a empresa está tão empolgada com a novidade. Outra promessa da companhia é de que as entregas poderiam levar somente 30 minutos. Exatamente: você clica no botão de comprar, confirma o pagamento, e meia hora depois o produto está na sua casa. Mas esse prazo só valeria para endereços a até 16 quilômetros de distância dos centos de distribuição da companhia.

Só falta uma coisa: a Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos concluir a regulamentação para o uso de aeronaves não tripuladas com essa finalidade. Pelas contas da Amazon, e considerando o melhor cenário possível, pode ser que o Prime Air se torne uma realidade em 2015. Ou seja, daqui a pouco mais de um ano.

O anúncio foi feito pelo fundador da Amazon, Jeff Bezos, durante o programa jornalístico 60 Minutes, da CBS. “Eu sei que isso se parece com ficção científica”, ele disse. Entretanto, a companhia jura que é realidade. Bezos acrescentou que ainda serão necessários anos de trabalho adicional para ter uma tecnologia absolutamente confiável de entregas por meio de drones.

A parte mais difícil é fazer tudo funcionar sem apresentar problemas. “Olha só, esse negócio não pode pousar na cabeça de alguém enquanto está passeando pela vizinhança… Isso não seria nada bom”, disse o executivo. Por isso mesmo a equipe de pesquisa e desenvolvimento do laboratório da Amazon precisará trabalhar ainda mais na redundância dos sistemas, para garantir a credibilidade e a confiança dos octópteros entregadores.

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Por Thássius Veloso

Co-evolução

Hoje recebi um “puxão de orelha” de um integrante de meu time…

No mês anterior participei de uma imersão na Ohio University  com o foco : “Leading Change in turbulent times”. Este profissional me abordou com o questionamento : Valeu a pena ? Minha resposta não poderia ter sido outra : Indescritível, apaixonante e espetacular.

Em especial, uma aula me chamou bastante atenção. PHD em Marketing , o professor Raj Agnihothri deu uma verdadeira aula de mídia social. Porém, além disso, desenvolveu um tema  que me chamou bastante atenção : Co-evolução ! Ele expôs de forma bem assertiva uma nova plataforma de ação, onde pesquisa e desenvolvimento estão em interação constante com o processo evolutivo. A isto, ele denominou como plataforma colaborativa. Isto é, um produto está em constante evolução e não há estagnação de posicionamento.

Ele citou que inúmeras empresas estão criando interações virtuais com os consumidores de forma com que os principais usuários propõe  alterações modais. Detalhe : 87% das propostas-quando admitidas- logram êxito. Isso, nada mais é que exercitar a escuta ativa no principal canal de qualquer empresa : o usuário final !

Pasmem ! As idéias são envolvidas sem custo, e, os usuários do portal de colaboração se sentem  altamente envolvidos quando são “escutados”. Não cobram absolutamente nada por isso !

Algumas gigantes já descobriram esta brecha mercadologicamente lucrativa e sustentável, como Starbucks (http://mystarbucksidea.force.com/) e cloroxconnects (http://cloroxconnects.com/pages/home)

O Futuro ? como diz Agnihothri : T+1 ( Tempo de resposta + colaboração )

Não tenho dúvidas que é o futuro participando do presente

Sucesso sempre !

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Os conselhos da Starbucks para as pequenas empresas

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O texto foi baseado no livro “Leading the Starbucks Way,” do autor Joseph A. Michelli, que fala sobre como um pequeno café se tornou um negócio que gera bilhões de dólares anualmente.

A jornalista da Times, Lauren Simonds, escreveu um artigo sobre o que há por trás do sucesso da Starbucks. O texto foi baseado no livro “Leading the Starbucks Way,” do autor Joseph A. Michelli, que fala sobre como um pequeno café se tornou um negócio que gera bilhões de dólares anualmente.

De acordo com Lauren, o livro consiste em uma análise das diferentes estratégias utilizadas pela Starbucks para construir o seu império e em como essas táticas podem ser adaptadas em diferentes tipos de negócios.

Veja abaixo os conselhos da Starbucks para pequenos negócios:

Paixão pessoal

O primeiro conselho dado pelo livro é: “foque em alimentar a paixão”. Você não consegue construir a lealdade do consumidor sem isto. Claro, ninguém consegue fingir uma paixão; os consumidores vão decidir isso. Você- e os seus funcionários – precisam amar os seus produtos e serviços para que os consumidores se apaixonem por eles.

A Starbucks se destacou por construir tradições, que conquistam a lealdade do consumidor e fazem com que as pessoas dividam esse sentimento. Faça uma reavalição do seu negócio e observe quais tradições você pode criar para capturar a paixão que você sentiu quando começou o seu negócio?

Conexão emocional

Starbucks oferece mais que um copo de café caro. Provoca uma experiência emocional: o retrato de um dia corrido, um lugar para conhecer amigos, um conforto, um destino diário. Essa imagem da empresa cria uma conexão emocional com os clientes, que trazem eles de volta para a loja a fim de repetir a experiência. Hoje, os consumidores querem sentir que a sua empresa se importa com eles. Agregue um valor emocional ao seu negócio.

Ofereça apoio à boas causas

Isso não significa abraçar qualquer causa que esteja fazendo sucesso ou ser controverso apenas para chamar atenção dos consumidores. A intenção é incorporar o seus princípios aos da sua empresa, se comunicar com autenticidade e garantir que as suas ações estão refletindo os seus valores.
Muitas empresas evitam se manifestar à favor ou contra certas questões por medo de perder consumidores. Mas fazendo isso, elas criam “pouca paixão” entre os consumidores, afirmou Michelli. STARBUCKS noticia_79486

O CEO da Starbucks, Howard Shultz, certa vez respondeu a um acionista que se manifestou contra a postura da empresa, que defende o casamento igualitário: “Nós empregamos mais de 200 mil pessoas nesta empresa, e nós queremos abraçar a diversidade. De todas as maneiras. Esse é um país livre e você pode vender suas ações para investir em outras empresas” disse Shultz. Para Michelli, essa coragem faz com que os consumidores se sintam parte do negócio.

Redação, Administradores.com, 

 

Monitorando redes sociais….

Retuitar, comentar, compartilhar e observar menções são atividades que devem fazer parte da rotina da empresa. Existem diversas ferramentas online, gratuitas ou pagas, que monitoram e analisam a eficiência do uso das redes sociais. Segundo Paulo Kendzerski, diretor e presidente da agência de comunicação WBI Brasil, o monitoramento das redes sociais deve levar em conta os indicadores de visibilidade, influência, participação e engajamento.

Aplicativos como o SocialMention permitem seguir as menções de diversos temas em redes sociais, blogs, vídeos e sites de notícias, possibilitando analisar a visibilidade da marca e o que é mais comentado pelo público-alvo da empresa.

O TweetDeck é um dos mais populares, tendo sido comprado pelo Twitter no ano passado. Por meio dele, a empresa pode seguir as menções em diferentes contas dessa rede social e também do Facebook. O Addictomatic ou o HootSuite disponibilizam serviço parecido, observando outras fontes, como o Foursquare, LinkedIn e Google+, no caso do segundo.

Todos esses serviços são gratuitos. No entanto, eles costumam ser mais limitados que os serviços pagos. Os gratuitos normalmente analisam apenas as últimas 50 ou 100 menções sobre o assunto, enquanto os pagos guardam o histórico completo e suas análises. “Os pagos oferecem dados como dias e horários em que a marca é mais citada, qual o formato de interação do consumidor, quais as reclamações mais constantes, quais as pessoas que mais interagem com a marca e muito mais”, diz o diretor. Muitas dessas ferramentas possibilitam também o agendamento da publicação de mensagens.

Ferramentas pagas, como o Scup e o Livebuzz, permitem boas análises da influência que a empresa tem na rede, observando o número de compartilhamentos e comentários.

O ideal é que o empresário experimente os diferentes serviços para ver qual apresenta a solução mais adequada à empresa. Muitas das ferramentas pagas oferecem um período de teste sem custos.

 “As redes sociais exigem monitoramento constante e interação imediata quando o consumidor questiona alguma coisa”, opina. “Não adianta ter a ferramenta e não ter alguém para cuidar”.

Por Terra Tecnologia

Os Segredos da “virada” da Starbucks

Howard Schultz, já aposentado e fora oito anos da direção da companhia, voltou a ser CEO e conseguiu reerguê-la de sua maior crise.

O que você prefere: simplesmente tomar um café ou ter uma experiência diferenciada ao tomá-lo? Foi esta segunda opção que a Starbucks escolheu como core competence, ou seja, sua competência central, e que tem lhe garantido atender 60 milhões de clientes por semana. Só para se ter uma ideia, hoje, a empresa tem uma receita anual de US$ 10 bilhões, 18 mil lojas em 54 países e possui 200 mil funcionários (que prefere chamar de “parceiros”).

Os números, que impressionam, sofreram um baque em 2007. Nesse ano, a Starbucks viveu sua maior crise: suas vendas e ações caíram e foram desfeitas mais de 600 lojas. Isso fez com que a empresa recorresse ao aposentado Howard Schultz em caráter de urgência, após oito anos afastado.

Como CEO e chairman da companhia, o objetivo de Schultz não poderia ser outro: promover a retomada dos lucros. E com pouco tempo e muitas ideias inovadoras, os resultados de seus esforços, aliados a uma equipe verdadeiramente determinada, conforme ele relata, fizeram com que a Starbucks superasse esse momento e retomasse o crescimento.

INOVAÇÃO E IDÉIAS

Uma das formas encontradas pela Starbucks foi superar o momento ampliando o relacionamento e a ligação emocional que a Starbucks tinha com seus consumidores e funcionários. “A idéia não era investir tanto em marketing, mas sim investir na confiança com o cliente e com o funcionário, tendo um relacionamento com nível emocional capaz de criar essa conexão singular”, indica o executivo

Uma das ideias, em vigor hoje, foi a criação do “My Starbucks Idea” – um projeto que pede a ajuda das pessoas para definir o futuro da empresa. Através de um site, as pessoas podem sugerir ideias e discutir com outros consumidores as melhores propostas.

OS DETALHES QUE FAZEM A DIFERENÇA 

Amor e humanidade. Essas são duas palavras que Howard Schultz considera como fundamental para o sucesso da Starbucks e para as empresas que querem obter sucesso. “Você tem que ter amor naquilo que faz, quase tanto quanto você ama sua família. E o sucesso é melhor quando você sabe dividir com os colaboradores da empresa. É servir aos outros melhor do que a você mesmo”, indica.

Para alcançar isso, Schultz ressalta que inovação, dedicação e trabalho são extremamente fundamentais. “O sucesso não cai do céu, ele precisa ser alcançado. A inovação não é um acessório. A empresa precisa manter em seu DNA isso, e sempre se reinventar com ousadia”, conclui.

Por Fabio Bandeira de Mello

A estratégia do Oceano Azul

O conceito que este “best seller” do mundo corporativo traz, parece simples e objetivo. Na realidade realmente é. Porém, a simplicidade desperta a reflexão. Talvez não no contexto de ser o mais diferenciado possível (que é extremamente válido), e sim de explorar criativamente oportunidades que estão bem próximas de nós mesmos.

Segundo Chan Kim e Mauborgne, autores do livro, as empresas podem competir em dois oceanos:

• Oceanos vermelhos: Praticamente todos os setores da economia são envolvidos neste cenário. É o espaço onde a maioria das empresas competem entre si. Neste oceano, as empresas tentam transpor seus concorrentes para conquistar o maior Market share possível, ou demanda existente. Muitas vezes esta competição gera perdas, principalmente no que diz respeito à margem de lucratividade.

• Oceanos Azuis: Refletem espaços macroeconômicos (nichos) que não são explorados. São inventados, criados – inclusive – para agregar maior valor percebido aos consumidores. A concorrência passa a ser irrelevante, pois, a criação de um novo mercado equaciona – pelo menos em curto/médio espaço de tempo – ausência concorrencial.

Comentam ainda que não é a empresa e nem setor, e sim o “movimento estratégico” o grande responsável por uma sustentação empresarial de alto desempenho. A inovação de valor ocorre quando as empresas aliam inovação com utilidade.

A máxima que fica ao findar a leitura é: Por que confrontar se podemos nos reinventar?

Ao invés da luta “sangrenta” no “oceano vermelho”, com base na competição dos moldes já conhecidos, porque não criar estratégias inovadoras para desbravar “oceanos azuis” de navegação sustentável e lucrativa?

#ficaadica

Boa semana e ótimas “reinvenções”…