José Carlos Rocha Junior

Administrador, gestor de pessoas e de processos comerciais. Especialista em negociação avançada e compostos estratégicos de Marketing. MBA em desenvolvimento humano de gestores.

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A Crise segundo Albert Einstein

Não podemos querer que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo.

Não podemos querer que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a maior benção que pode acontecer às pessoas e aos países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia assim como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem os inventos, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise supera a si mesmo sem ter sido superado.

Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções.

A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a dificuldade para encontrar as saídas e as soluções. Sem crises não há desafios, sem desafios a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crises não há méritos. É na crise que aflora o melhor de cada um, porque sem crise todo vento é uma carícia. Falar da crise é promovê-la e calar-se na crise é exaltar o conformismo. Em vez disto, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la.”

Sucesso Sempre !

 

Monotonia existencial, redundância afetiva ou indigência intelectual.

O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “O animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais profundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.

A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece.

Por isso, quando alguém diz “Fiquei muito satisfeito com você” ou “Estou muito satisfeita com seu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é alguém dizer “seu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música, etc) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas”.

Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, nos deixa insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, permanece um pouco apoiado no colo e nos deixa absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?

Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento.

Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, emagrecer, etc), ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: Por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.

Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais se é refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.

Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse, mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando…

Isso não ocorre com gente, mas com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta e vai se fazendo. Eu, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado, não no presente.

Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”…

Mario Sergio Cortella

Rompa consigo mesmo !

padrõesHá uma semana iniciei mais um ciclo de vida. Talvez seja “o ciclo de vida”.

Muitas pessoas que convivem comigo sabem de minha paixão e desejo por conhecimento. Busco reciclar conceitos, absorver novos ideais e conviver com filosofias distintas de vida. Me inspiro em conceituadas instituições e tenho muito respeito por docentes que agregam.

Contudo , iniciei um novo ciclo. Uma imersão de vários  dias ininterruptos em meu autoconhecimento para fazer a diferença na vida de outras pessoas. A formação de Professional & Self Coaching era a intenção .

Pois bem, qual foi a realidade ? Um rompimento com padrões conhecidos que me norteavam.

Romper com pré-conceitos ora inabaláveis foi transformador e, por vezes, temerosos. No auge da razão, a emoção tomou conta. Descobrir respostas vindas de meu próprio exercício crítico não foi fácil. O ceticismo por vezes perdura, mas acaba vencido pela convicção do real propósito de vida. Reconhecer o lado sombrio e luminoso e enfrentá-los ao mesmo tempo me fez pensar no “filme que até aqui protagonizei”.

Despertar a consciência e desafiar o modelo mental , foi ( e é ) o principal desafio. A oportunidade de mudança passa a ser relacionada a um conjunto de ações necessárias com o propósito real de “fazer diferente” .

Terceirizar a felicidade ? Jamais ! A programação mental é o início de tudo. O consciente e o inconsciente precisam andar ao lado, de forma complementar e espontânea. Isso sim é pensar sistemicamente !

E, por instinto, você aprende a viver o sentimento suspendendo todo o tipo de julgamento. O “novo” desperta sem uma lógica concreta, mas com um objetivo de fluidez. Sempre existirá um sentido em tudo o que se passa a viver. O legado é o motor de tração para as ações quotidianas.

Permitir que suas próprias  perguntas questionem seu status quo é a maior prova de rompimento com padrões que por muitas vezes te afastam do seu verdadeiro propósito de vida. Aliás, estas perguntas são o combustível da mudança !

Arrisque-se mais !

Questione-se mais !

Fuja do senso comum !

Faça a diferença em sua própria vida.

Vá por mim …. Vale a pena !

Sucesso sempre,

JC